sexta-feira, 15 de julho de 2011

In finito

Por trás da chuva e vidro
um rosto embaçado com chuva nos olhos.
Na pele tecia-se HATE em letras disformes,
vestígio de um conflito pele, estilete,
de um conflito descrença...
O coração se mantinha a base de costura,
era casa dos espectros,
de todos aqueles que diziam exalar amor...
as asas silenciadas dividia o canto junto a poeira,
o medo de cair tornou-se latente...
as veias carregavam amparos sintéticos,
fugia-se as vezes um sorriso patético
as velas dançavam até o finito...
Alguém entrara naquele quarto
para de lá não mais sair...

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