As nuvens devoram o céu e retomam o ciclo...
palavras dançam, abrem e encerram...
em suas mãos o cajado,
mas de nada é dono,
é filho apenas,
escravo cego do vento.
pequeno homem com o mundo aos pés
tola crença de eternidade
segue deixando seu rastro de dor e sangue
no entanto um dia,
os dias,
as palavras
e os joelhos hão de dobrar...
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