O céu deita a pálpebra,
o suave véu faz reflexo no peito acorrentado,
Onde engrena o coração,
o ciclo do sangue acinzentado,
Vagueia o vivo espantalho,
com fiéis corvos sobre os pesados ombros,
sobre o chão que nada lhe consagra,
migalhas,fantasmas,escombros
Prossegue em batidas secas,
o compasso de uma marcha forçada,
n'amarga cerimônia de desleixo,
dentre os passos que já não levam a nada,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Estático
Assim o é:
seco...
O engulo amargo, acre
O rosto ao lago,
Há ver mais quando toca a pedra a pele d'água...
segue o rastro, a esmo quase,
A dor beija,
mas não consegue o pouso,
prossegue a dança.
Dança, dança,
e consigo a fuga,
enganar a serpente,
a víbora a sorrir,
dentro do sítio
do sítio estranho,
demência?
Talvez, talvez...
Bom dia barco,
a esmo quase,
a esmo,
deixo o vento soprar...
seco...
O engulo amargo, acre
O rosto ao lago,
Há ver mais quando toca a pedra a pele d'água...
segue o rastro, a esmo quase,
A dor beija,
mas não consegue o pouso,
prossegue a dança.
Dança, dança,
e consigo a fuga,
enganar a serpente,
a víbora a sorrir,
dentro do sítio
do sítio estranho,
demência?
Talvez, talvez...
Bom dia barco,
a esmo quase,
a esmo,
deixo o vento soprar...
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