O céu deita a pálpebra,
o suave véu faz reflexo no peito acorrentado,
Onde engrena o coração,
o ciclo do sangue acinzentado,
Vagueia o vivo espantalho,
com fiéis corvos sobre os pesados ombros,
sobre o chão que nada lhe consagra,
migalhas,fantasmas,escombros
Prossegue em batidas secas,
o compasso de uma marcha forçada,
n'amarga cerimônia de desleixo,
dentre os passos que já não levam a nada,
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