quarta-feira, 6 de julho de 2011

Desnorte

É denso,
é noite,
sempre o é,
mesmo o sol a tona, a toa em órbita...
As vezes é só cochilo e quando não é noite, mesmo negando o sempre...
Os rumos são outros, talvez os que deveriam realmente ser...
Lá fora sempre faz ecoar a dor aqui dentro, é frio, é mórbido!
Podre!!!
É o que grita cortante, os atos que esvaem loucos a mim, sóbrios estúpidos aos outros...
Cara de não mundo, de não vida, de merda toda...
E de que setas preciso eu?
Acho que só preciso do tanto faz...

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