Acorda do sono em dentes afiados,
vê-se asas enferrujadas,
anestesia, sangra o efeito, e à tona a suprema ferida,
sente no peito a alma esmagada.
Essa cabeça exigindo por quês,
entre gritos exigindo silêncio,
e segue e siga implorando um sorriso...
Algo disfarça o frio, o vento lambe os pés
e lhe carrega para o que deduz ser o melhor,
por vezes o fútil torna-se absorto,
por vezes a estupidez vocifera no crânio.
E no fim o eco antecede o ato
de forma oposta.
E no fim mil palavras dizem nada,
mas a desnecessária faca foi instalada,
e algo morto fica no chão...
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