Montanhas sangram pureza,
árvores cantam sabedoria,
Em pedra, sorrisos de convívio,
olhos gélidos de uma natureza covarde,
sobre a mesa o que há chama-se rivalidade,
incompetência sobre competição,
todos ocupados em si mesmo,
todos iludidos pelo pó,
beijos que rasgam a carne,
abraços que dilaceram o coração,
em algum ponto ainda existe vida,
em algum momento há brilho nas peças,
e talvez ali assim devem morrer.
cansaço é o que pousa no peito,
indiferença é o que deita sobre o tapete,
Não fui feito para coisas comuns...
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