Formou-se o cheiro,
as cores
e a vontade,
voluntária ou in,
o sopro.
Teceu os ramos, as casas, os rumos, a dança.
E brotou o suspiro,
a mágica
e a farsa.
Tudo era vaidade,
poeira disfarçada de vaidade,
amontoada ilusória assim,
de um nada tão precioso.
Os quintais foram destruídos, vendavais,
os jardins se foram,
bom dia escuridão,
me mandem boas notícias.
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