O corpo pesa e
segue sem pressa,
os sentidos se aguçam
apenas pra buscar
fuga
em algo qualquer.
Sem câmbio,
sem resposta.
A maçã sobre a mesa,
de aparência reluzente,
de aparência podre,
intermete,
entre os dentes e as costas,
com a obrigação do
zelo de suas mãos.
Os sinais te indicam, empurram
e sugam. Você
é o cordeirinho ingênuo
acreditando em autonomia.
Você não vê as cordas,
portanto não tem como negá-las.
(...)
ResponderExcluirÉ tudo a mesma coisa,
eu tento não lembrar,
eu tento me enganar,
mas já, não sou mais criança!!
As vezes caio em lamentos
e tropeço em alguns momentos,
mas já não quero seus braços
Estou perdendo a esperança....
Omissão- Impasse