Assim sempre chove, em dias assim,
e os olhos externam a derrota.
Puído o coração em uma gaiola suja
num campo de escuridão.
A angústia tece as linhas e passos.
Acabou-se o gosto das coisas,
o corpo forçado a seguir, entre os
zumbis e os lunáticos.
Quanto tempo ainda viver sob este cativeiro?
Quanto tempo ainda pra marchar entre os porcos?
Onde encontrar perseverança e fé?
Onde aprender a acreditar que a dor vai ir embora?
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